
PONTO DE PARTIDA
O que tem acontecido no dia a dia?
Uma família pode chegar por dificuldades de atenção, alterações de sono, crises, sofrimento emocional ou dúvidas sobre desenvolvimento. Às vezes já existe um diagnóstico de TDAH ou TEA; em outras situações, há relatos diferentes da escola, da casa e dos profissionais.
Nos adolescentes, a escuta direta, a privacidade e a autonomia progressiva também fazem parte do cuidado. A participação e a visão dos pais também importam, mas é preciso estabelecer combinados entre o adolescente e os seus pais sobre o sigilo, a confidencialidade e os limites da participação familiar, para aumentar a confiança e estimular a autonomia do adolescente.

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Entradas para aprofundar a conversa.

Quem cuida também participa.
Pais e responsáveis trazem parte importante da história, sob sua perspectiva, e ajudam a colocar os próximos passos em prática.
A proposta é construir compreensão e possibilidades junto com a família, sem atribuir a uma única pessoa toda a responsabilidade pelo cuidado.
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